fotos: theo marques

Quando os engenheiros da Companhia Melhoramentos, sucessora da Companhia de Terras do Norte do Paraná, passaram por onde hoje se encontra a cidade de Uniflor encontraram uma terra seca e uma única flor ao lado de um córrego. Perto dali colocaram uma placa com os dizeres “Futuro Patrimônio de Uniflor”, ao redor da qual cresceu a cidade que batizou suas ruas com os nomes de orquídea, cravo, lírio, azaléia, margarida, mimo...



Essa é uma das histórias reveladas pelo Museu Histórico Maria Aparecida da Silva Ayres. O nome é uma homenagem à primeira professora da cidade, que hoje mora em uma rua vizinha à biblioteca, onde o museu está temporariamente instalado.


fachada da biblioteca/museu


Lá também descobrimos que Uniflor se emancipou no aniversário da proclamação da república de 1961. Mas foi apenas 32 anos após esta data que a cidade começou a cultivar o produto que inspirou o seu nome. Hoje o município de 2 mil habitantes é o maior produtor de crisântemo do Estado e também cultiva gérberas, lírios, impatiens (beijinho americano) e ciclames.


plantação de crisântemos