04/12: Estrela britânica
Category: Turismo
Posted by: Melissa Medroni
Fotos Melissa Medroni

Você não paga absolutamente nada para entrar e tem a sua disposição coleções etnográficas de populações indígenas do mundo todo; a melhor coleção de cerâmica islâmica fora do mundo islâmico; a segunda mais importante coleção egípcia, incluindo uma área dedicada à arte funerária com múmias impressionantes; e esculturas gregas a partir da idade do bronze, entre outras, muitas outras atrações de importância e interesse imensuráveis.

Em Londres, quem gosta de museu fica como abelha em vitrine de confeitaria. São centenas de opções de embaralhar os sentidos. Nada que se compare, em nenhuma capital européia. Nem mesmo em Paris. E nessa Disneylândia para adultos é difícil apontar a melhor atração. Mas se fosse preciso o British Museum seria um forte concorrente.

Fundamental para o estabelecimento do método museológico moderno, o British foi aberto em 1753 e é considerado o primeiro grande museu público, gratuito, secular e nacional em todo o mundo. Hoje possui cerca de 7 milhões de objetos provenientes de todos os continentes, que resgatam e ilustram a história da cultura humana desde a antiguidade.

Achou muito? Para os padrões brasileiros realmente é muito. Mas os números exorbitantes não param aí. Dentro do Museu Britânico também funciona a Sala de Leitura (The Reading Room), onde 12 mil títulos estão à disposição do público – um dos seus freqüentadores famosos foi o psicanalista suíço Carl Jung, que no estudo sobre as culturas primitivas encontrou as bases para o desenvolvimento da sua teoria do inconsciente coletivo.

Para completar o cenário grandioso, no centro do museu foi inaugurada, em 2000, a Great Court, uma praça do tamanho de um campo de futebol coberta por uma estrutura de aço e vidro – é a maior praça coberta da Europa, mais moderna que a high tech Sony Center, em Berlim. A praça tem restaurante e irresistíveis lojas de objetos de arte e fica aberta até depois do fechamento do museu.

Mas o mais legal do museu é o barulho, as crianças correndo de uma lado para o outro, os estudantes de arte refestelados no chão copiando modelos, os turistas tirando fotos como se estivessem em frente ao Big Ben. No Museu Britânico, os bens culturais não são inacessíveis, não ficam escondidos atrás de uma vitrine empoeirada. Não é o máximo?
Você não paga absolutamente nada para entrar e tem a sua disposição coleções etnográficas de populações indígenas do mundo todo; a melhor coleção de cerâmica islâmica fora do mundo islâmico; a segunda mais importante coleção egípcia, incluindo uma área dedicada à arte funerária com múmias impressionantes; e esculturas gregas a partir da idade do bronze, entre outras, muitas outras atrações de importância e interesse imensuráveis.
Em Londres, quem gosta de museu fica como abelha em vitrine de confeitaria. São centenas de opções de embaralhar os sentidos. Nada que se compare, em nenhuma capital européia. Nem mesmo em Paris. E nessa Disneylândia para adultos é difícil apontar a melhor atração. Mas se fosse preciso o British Museum seria um forte concorrente.
Fundamental para o estabelecimento do método museológico moderno, o British foi aberto em 1753 e é considerado o primeiro grande museu público, gratuito, secular e nacional em todo o mundo. Hoje possui cerca de 7 milhões de objetos provenientes de todos os continentes, que resgatam e ilustram a história da cultura humana desde a antiguidade.
The Reading Room
Achou muito? Para os padrões brasileiros realmente é muito. Mas os números exorbitantes não param aí. Dentro do Museu Britânico também funciona a Sala de Leitura (The Reading Room), onde 12 mil títulos estão à disposição do público – um dos seus freqüentadores famosos foi o psicanalista suíço Carl Jung, que no estudo sobre as culturas primitivas encontrou as bases para o desenvolvimento da sua teoria do inconsciente coletivo.
The Great Court
Para completar o cenário grandioso, no centro do museu foi inaugurada, em 2000, a Great Court, uma praça do tamanho de um campo de futebol coberta por uma estrutura de aço e vidro – é a maior praça coberta da Europa, mais moderna que a high tech Sony Center, em Berlim. A praça tem restaurante e irresistíveis lojas de objetos de arte e fica aberta até depois do fechamento do museu.
Mas o mais legal do museu é o barulho, as crianças correndo de uma lado para o outro, os estudantes de arte refestelados no chão copiando modelos, os turistas tirando fotos como se estivessem em frente ao Big Ben. No Museu Britânico, os bens culturais não são inacessíveis, não ficam escondidos atrás de uma vitrine empoeirada. Não é o máximo?
