10/03: Fotografia austríaca
Category: Fotografia
Posted by: Melissa Crocetti
texto Tuti Maioli Neto

Quando se fala em fotografia na Suíça, o Museu de Winterthur vem à tona. A sua programação é intensa e variada. A mais recente investida foi a realização de a mostra retrospectiva “Simultânea: duas coleções da fotografia austríaca”, contando, através de imagens, o que que rolou na área de fotografia depois da Segunda Guerra Mundial até agora.
A mostra, curada por Urs Stahel, também diretor do Museu, se denvolve em torno de sete temas, como por exemplo, “Acionismo” (os autores trabalham em performances e colocam no centro as agressões sociais, obsessões). Era um movimento localizado em Viena, nos anos 60 e 70, com enfoque nas fronteiras físicas e tabus.
Já em “Identidade” (anos 70 e 80), o foco é a construção social. O verdadeiro e o falso. Feminismo. Clichês. Quando se dirige para o “Jogos de Imagens”, as palavras chaves são: questionamento da fotografia como mídia, os seus processos químicos, os aparelhos fotográficos, materialidade. Luz.
O tema “Realidades construídas” (anos 90) tem a ver com o jogo com a realidade e ilusão, daí entra o cinema como meio para a encenação da fotografia.
A mostra também apresentou obras que documentam a própria terra dentro de um contexto social. Interessante é que a Áustria não posssui nenhum Centro de Fotografia, Arquivo de Fotos ou Museu nacionais. Uma política descentralizada. Por exemplo, existe a revista Camera Austria, ligada a suas exposições em Graz e Viena. Assim como o Fotohof em Salzburg com suas publicações e uma grande biblioteca de fotos. Além disso, são presentes a revista Eikon, com seu conseqüente discurso de mídia, a iniciativa Fluss, na Baixa Áustria, o Forum West em Innsbruck e a partir de 2003 a Albertina, em Viena, que tem uma plataforma Fotonet.at no ar. Para mais informações, clique:
http://www.fotomuseum.ch/
http://www.camera-austria.at/
http://www.fotofluss.at/
http://www.eikon.at/
http://www.albertina.at/cms/front_content.php
http://www.fotonet.at/



Gregor Zivic/ Sem Título, 1997/ Coleção da União, Empréstimo no Museum der Moderne Salzburg
Quando se fala em fotografia na Suíça, o Museu de Winterthur vem à tona. A sua programação é intensa e variada. A mais recente investida foi a realização de a mostra retrospectiva “Simultânea: duas coleções da fotografia austríaca”, contando, através de imagens, o que que rolou na área de fotografia depois da Segunda Guerra Mundial até agora.
A mostra, curada por Urs Stahel, também diretor do Museu, se denvolve em torno de sete temas, como por exemplo, “Acionismo” (os autores trabalham em performances e colocam no centro as agressões sociais, obsessões). Era um movimento localizado em Viena, nos anos 60 e 70, com enfoque nas fronteiras físicas e tabus.
Já em “Identidade” (anos 70 e 80), o foco é a construção social. O verdadeiro e o falso. Feminismo. Clichês. Quando se dirige para o “Jogos de Imagens”, as palavras chaves são: questionamento da fotografia como mídia, os seus processos químicos, os aparelhos fotográficos, materialidade. Luz.
O tema “Realidades construídas” (anos 90) tem a ver com o jogo com a realidade e ilusão, daí entra o cinema como meio para a encenação da fotografia.
A mostra também apresentou obras que documentam a própria terra dentro de um contexto social. Interessante é que a Áustria não posssui nenhum Centro de Fotografia, Arquivo de Fotos ou Museu nacionais. Uma política descentralizada. Por exemplo, existe a revista Camera Austria, ligada a suas exposições em Graz e Viena. Assim como o Fotohof em Salzburg com suas publicações e uma grande biblioteca de fotos. Além disso, são presentes a revista Eikon, com seu conseqüente discurso de mídia, a iniciativa Fluss, na Baixa Áustria, o Forum West em Innsbruck e a partir de 2003 a Albertina, em Viena, que tem uma plataforma Fotonet.at no ar. Para mais informações, clique:
http://www.fotomuseum.ch/
http://www.camera-austria.at/
http://www.fotofluss.at/
http://www.eikon.at/
http://www.albertina.at/cms/front_content.php
http://www.fotonet.at/

Dieter Huber/ Klone # 92, 1997 /Museum der Moderne, Salzburg

Matthias Herrmann
