fotos Melissa Medroni

Eles estão por toda parte. Dividem com monumentos históricos a atenção dos turistas. Estampam souvenires e cartões postais. E fazem muita pose para as fotografias. Os gatos participam desde a antiguidade da vida da cidade de Roma, tanto quanto o Coliseu ou o Fórum Romano.






Foram os gatos que salvaram a cidade da peste transmitida por ratos. E hoje, para se salvar do caos e do trânsito de Roma, eles se escondem em ruínas e em escavações arqueológicas.


Largo de Torre Argentina, no centro de Roma


O abrigo mais concorrido é o sítio arqueológico Torre Argentina, localizado bem no coração da cidade. Cerca de 250 gatos vivem entre estas ruínas, que presenciaram o assassinato do imperador Júlio César, em março de 44 a.C.



A “colônia” de gatos foi criada com a ajuda de voluntários de diversos países e funciona desde 1929, quando começaram as escavações na área sacra de Torre Argentina. Todos os gatos que ali vivem foram esterilizados e vacinados e estão disponíveis para adoção.



As fotos de filhotes como a brincalhona Lana Turner, o playboy Alcatraz e a solitária Doloretta estão neste site (junto com as descrições de suas personalidades), onde é possível adotá-los à distância.