15/11: Mário Bortolotto em Curitiba
Category: Teatro
Posted by: Melissa Crocetti
texto divulgação

O dramaturgo, ator, diretor de teatro Mário Bortolotto, londrinense radicado em São Paulo, vai estar em Curitiba com duas peças de sua autoria, em curta temporada no auditório Glauco Flores de Sá Brito, Mini-Auditório do Teatro Guaíra. De 16 a 26 de novembro.
Mario Bortolotto ganhou o prêmio APCA pelo conjunto da obra e o Prêmio Shell de "Melhor Autor" pelo texto "Nossa vida não vale um Chevrolet". Como ator foi indicado para o Prêmio Shell pela sua atuação em "Santidade", sob a direção de Fauzi Arap.
Em evento paralelo, no espaço Porão Loquax, Mário Bortolotto vai estar lançando ''Atire no Dramaturgo'', novo livro do escritor que reúne textos publicados originalmente na internet no blog www.atirenodramaturgo.zip.net.
HOMENS, SANTOS E DESERTORES
Um homem vive recluso em casa, cercado de livros. Um Garoto sente uma profunda identificação com o Homem e passa a freqüentar a sua casa. O Homem reluta em aceitar as visitas do Garoto por saber que não há saída para pessoas como ele. A peça foi escrita em 2002 e estreou em 2003. Mário Bortolotto sempre afirma que se trata do seu texto preferido. A direção ficou por conta da atriz Fernanda D´Umbra e os atores são Mário Bortolotto e Gabriel Pinheiro.
FICHA TÉCNICA
Texto : Mário Bortolotto
Direção : Fernanda D´Umbra
Elenco : Mário Bortolotto e Gabriel Pinheiro
Iluminação : Fernanda D´Umbra
Sonoplastia : Mário Bortolotto
Operação Técnica : Marcelo Montenegro
Direção de Palco e contra-regragem : Régis Santos
Serviço:
No Auditório Glauco Flores de Sá Brito
Mini-Auditório do Teatro Guaíra
De 16 a 19 de Novembro
Quinta a Sábado: 21h
Domingo: 20h
Ingresso : R$ 20
Estudante, Aposentados e classe artística : R$ 10
KEROUAC
“Kerouac” é um projeto antigo da dupla Mário Bortolotto & Mauricio Arruda Mendonça. Os dois são escritores e fãs do escritor beat. Enfim eles conseguiram realizar o projeto. “Kerouac” é um monólogo escrito por Mauricio Arruda Mendonça especialmente para o amigo Mário Bortolotto interpretar. Mostra o escritor Jack Kerouac, já velho e no final de sua vida. Ele está inchado de tanto beber e profundamente amargurado. Está casado com Stela Sampas, e mora na casa da mãe Gabriele, que está paralítica. Kerouac não é nem de longe o herói beat e com sede de vida do começo de carreira. É sim, um sujeito angustiado que não soube administrar todo o sucesso que teve depois da publicação de seu clássico “On the Road”. Está detonado, batido pelo peso dos anos, pelo fracasso literário, pela solidão, pelo álcool e pelas drogas. No começo da peça, Kerouac acaba de voltar de sua última viagem de carona, uma tentativa mal sucedida de repetir as façanhas de sua juventude. É madrugada do dia de natal e ele está tentando lembrar os fatos da viagem para escrever um novo livro e vender rápido para conseguir algum dinheiro. Durante o curto monólogo (a peça tem cinqüenta minutos), um cansado Jack Kerouac parece se empolgar às vezes com a história que está contando, mas logo cai em depressão. Ele alterna estados de ânimo que varia entre inocência, entusiasmo, paranóia e fúria alcoólica. A peça se passa na casa sombria onde Kerouac viveu seus últimos dias. Na peça Kerouac se queixa dos escritores, dos amigos, escancara seu lado francamente reacionário e religioso, sofre com a morte do amigo Neal Cassady e acima de tudo nos oferece um personagem demasiadamente humano, contraditório e por vezes, comovente.
Para dirigir o monólogo, Mário convidou o também amigo Fauzi Arap, diretor que já é um mito do teatro paulistano, tido como especialista na direção de atores. É dele por exemplo a primeira direção profissional do clássico “Navalha na Carne” de Plínio Marcos. “Kerouac” é o primeiro monólogo na carreira de Mário Bortolotto, que está com 44 anos e se sentiu muito à vontade na pele do personagem Jack Kerouac no fim de sua carreira. Kerouac morreu com 47, sozinho e abandonado. Totalmente ignorado em vida após o repentino sucesso de “On the Road”, hoje o escritor tem sua obra revista e cultuada por milhares de leitores que encontram em sua prosa espontânea uma das obras mais originais da literatura americana.
FICHA TÉCNICA
Kerouac
Texto de Maurício Arruda Mendonça
Direção : Fauzi Arap
Com Mário Bortolotto
Iluminação : Fauzi Arap
Sonoplastia : Mário Bortolotto
Operação Técnica : Marcelo Montenegro
Direção de Palco e contra-regragem : Régis Santos
Serviço
Auditório Glauco Flores de Sá Brito
Mini-Auditório do Teatro Guairá
Quando: de 23 a 26 de Novembro
Quinta a Sábado: 21h
Domingo: 20h
Ingresso: R$ 20
Estudante, Aposentados e classe artística: R$ 10

O dramaturgo, ator, diretor de teatro Mário Bortolotto, londrinense radicado em São Paulo, vai estar em Curitiba com duas peças de sua autoria, em curta temporada no auditório Glauco Flores de Sá Brito, Mini-Auditório do Teatro Guaíra. De 16 a 26 de novembro.
Mario Bortolotto ganhou o prêmio APCA pelo conjunto da obra e o Prêmio Shell de "Melhor Autor" pelo texto "Nossa vida não vale um Chevrolet". Como ator foi indicado para o Prêmio Shell pela sua atuação em "Santidade", sob a direção de Fauzi Arap.
Em evento paralelo, no espaço Porão Loquax, Mário Bortolotto vai estar lançando ''Atire no Dramaturgo'', novo livro do escritor que reúne textos publicados originalmente na internet no blog www.atirenodramaturgo.zip.net.
HOMENS, SANTOS E DESERTORES
Um homem vive recluso em casa, cercado de livros. Um Garoto sente uma profunda identificação com o Homem e passa a freqüentar a sua casa. O Homem reluta em aceitar as visitas do Garoto por saber que não há saída para pessoas como ele. A peça foi escrita em 2002 e estreou em 2003. Mário Bortolotto sempre afirma que se trata do seu texto preferido. A direção ficou por conta da atriz Fernanda D´Umbra e os atores são Mário Bortolotto e Gabriel Pinheiro.
FICHA TÉCNICA
Texto : Mário Bortolotto
Direção : Fernanda D´Umbra
Elenco : Mário Bortolotto e Gabriel Pinheiro
Iluminação : Fernanda D´Umbra
Sonoplastia : Mário Bortolotto
Operação Técnica : Marcelo Montenegro
Direção de Palco e contra-regragem : Régis Santos
Serviço:
No Auditório Glauco Flores de Sá Brito
Mini-Auditório do Teatro Guaíra
De 16 a 19 de Novembro
Quinta a Sábado: 21h
Domingo: 20h
Ingresso : R$ 20
Estudante, Aposentados e classe artística : R$ 10
KEROUAC
“Kerouac” é um projeto antigo da dupla Mário Bortolotto & Mauricio Arruda Mendonça. Os dois são escritores e fãs do escritor beat. Enfim eles conseguiram realizar o projeto. “Kerouac” é um monólogo escrito por Mauricio Arruda Mendonça especialmente para o amigo Mário Bortolotto interpretar. Mostra o escritor Jack Kerouac, já velho e no final de sua vida. Ele está inchado de tanto beber e profundamente amargurado. Está casado com Stela Sampas, e mora na casa da mãe Gabriele, que está paralítica. Kerouac não é nem de longe o herói beat e com sede de vida do começo de carreira. É sim, um sujeito angustiado que não soube administrar todo o sucesso que teve depois da publicação de seu clássico “On the Road”. Está detonado, batido pelo peso dos anos, pelo fracasso literário, pela solidão, pelo álcool e pelas drogas. No começo da peça, Kerouac acaba de voltar de sua última viagem de carona, uma tentativa mal sucedida de repetir as façanhas de sua juventude. É madrugada do dia de natal e ele está tentando lembrar os fatos da viagem para escrever um novo livro e vender rápido para conseguir algum dinheiro. Durante o curto monólogo (a peça tem cinqüenta minutos), um cansado Jack Kerouac parece se empolgar às vezes com a história que está contando, mas logo cai em depressão. Ele alterna estados de ânimo que varia entre inocência, entusiasmo, paranóia e fúria alcoólica. A peça se passa na casa sombria onde Kerouac viveu seus últimos dias. Na peça Kerouac se queixa dos escritores, dos amigos, escancara seu lado francamente reacionário e religioso, sofre com a morte do amigo Neal Cassady e acima de tudo nos oferece um personagem demasiadamente humano, contraditório e por vezes, comovente.
Para dirigir o monólogo, Mário convidou o também amigo Fauzi Arap, diretor que já é um mito do teatro paulistano, tido como especialista na direção de atores. É dele por exemplo a primeira direção profissional do clássico “Navalha na Carne” de Plínio Marcos. “Kerouac” é o primeiro monólogo na carreira de Mário Bortolotto, que está com 44 anos e se sentiu muito à vontade na pele do personagem Jack Kerouac no fim de sua carreira. Kerouac morreu com 47, sozinho e abandonado. Totalmente ignorado em vida após o repentino sucesso de “On the Road”, hoje o escritor tem sua obra revista e cultuada por milhares de leitores que encontram em sua prosa espontânea uma das obras mais originais da literatura americana.
FICHA TÉCNICA
Kerouac
Texto de Maurício Arruda Mendonça
Direção : Fauzi Arap
Com Mário Bortolotto
Iluminação : Fauzi Arap
Sonoplastia : Mário Bortolotto
Operação Técnica : Marcelo Montenegro
Direção de Palco e contra-regragem : Régis Santos
Serviço
Auditório Glauco Flores de Sá Brito
Mini-Auditório do Teatro Guairá
Quando: de 23 a 26 de Novembro
Quinta a Sábado: 21h
Domingo: 20h
Ingresso: R$ 20
Estudante, Aposentados e classe artística: R$ 10
