24/02: Toledo orgulha-se de colonização pacífica
Category: General
Posted by: Melissa Medroni
fotos: theo marques
A história e a época da criação da cidade de Toledo são as mesmas do Norte Pioneiro: os ingleses queriam se desfazer de suas terras e as repassaram para um grupo colonizador – neste caso, a Colonizadora Maripá – em meados do século 20. O latifúndio, situado na então Fazenda Britânia, foi dividido em lotes que foram vendidos para colonos.

As diferenças entre a colonização de Toledo e a do Norte pioneiro começam no produto cultivado e na forma como aconteceu a ocupação humana nas matas nativas. Enquanto outras regiões viveram lutas sangrentas pela posse de terras, Toledo foi sempre “uma ilha de paz e tranqüilidade”, com atividades econômicas voltadas para a extração de erva-mate e para a exportação de madeira.
A tranqüilidade era mantida pela divisão igualitária das propriedades, que não se encontravam sob o domínio de posseiros quando chegaram os primeiros imigrantes. Foi o que descobrimos no Museu Histórico Willy Barth, que homenageia o principal responsável pela propaganda que atraiu para a região os colonos alemães e italianos que moravam no Rio Grande do Sul.

Os colonos eram agrupados em lotes de terras de acordo com a afinidade das famílias e o novo zoneamento era batizado com o nome dos locais de origem dos imigrantes. Em cada um desses novos agrupamentos Willy, então diretor da companhia colonizadora, construía uma igreja, uma capela e um armazém.
Fotos, depoimentos, escrituras e objetos desta época compõem o acervo do museu que hoje leva o seu nome e também resgata a história dos colonizadores catarineses, paraguaios, japoneses, mineiros, paulistas e nordestinos. “As crianças vêm ao museu esperando encontrar dinossauros e se surpreendem ao descobrir objetos utilizados pelos seus avôs”, conta a responsável pela instituição, Lourdes de Souza Barbieri.

O Museu Willy Barth ocupa o segundo andar da Casa da Cultura de Toledo, que fica em frente à Igreja Matriz.
Fonte consultada:
Toledo no Paraná, obra de Ondy Hélio Niederauer
A história e a época da criação da cidade de Toledo são as mesmas do Norte Pioneiro: os ingleses queriam se desfazer de suas terras e as repassaram para um grupo colonizador – neste caso, a Colonizadora Maripá – em meados do século 20. O latifúndio, situado na então Fazenda Britânia, foi dividido em lotes que foram vendidos para colonos.

primeiras casas construídas em toledo - acervo do museu willy barth
As diferenças entre a colonização de Toledo e a do Norte pioneiro começam no produto cultivado e na forma como aconteceu a ocupação humana nas matas nativas. Enquanto outras regiões viveram lutas sangrentas pela posse de terras, Toledo foi sempre “uma ilha de paz e tranqüilidade”, com atividades econômicas voltadas para a extração de erva-mate e para a exportação de madeira.
A tranqüilidade era mantida pela divisão igualitária das propriedades, que não se encontravam sob o domínio de posseiros quando chegaram os primeiros imigrantes. Foi o que descobrimos no Museu Histórico Willy Barth, que homenageia o principal responsável pela propaganda que atraiu para a região os colonos alemães e italianos que moravam no Rio Grande do Sul.

fachada do prédio que abriga o museu
Os colonos eram agrupados em lotes de terras de acordo com a afinidade das famílias e o novo zoneamento era batizado com o nome dos locais de origem dos imigrantes. Em cada um desses novos agrupamentos Willy, então diretor da companhia colonizadora, construía uma igreja, uma capela e um armazém.
Fotos, depoimentos, escrituras e objetos desta época compõem o acervo do museu que hoje leva o seu nome e também resgata a história dos colonizadores catarineses, paraguaios, japoneses, mineiros, paulistas e nordestinos. “As crianças vêm ao museu esperando encontrar dinossauros e se surpreendem ao descobrir objetos utilizados pelos seus avôs”, conta a responsável pela instituição, Lourdes de Souza Barbieri.

o sr. willy barth (esq) junto a compradores de madeira na serraria da prata, em 1952 - acervo
O Museu Willy Barth ocupa o segundo andar da Casa da Cultura de Toledo, que fica em frente à Igreja Matriz.
Fonte consultada:
Toledo no Paraná, obra de Ondy Hélio Niederauer

Alceu A. Sperança wrote: